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Tropa fandanga

Sunday, September 29th, 2019

Não sabia como tinha nascido esta expressão, muito usada pelos meus pais e avós, como significando um grupo de pessoas, geralmente, miúdos, malcomportados, ou malvestidos, ou ambas as coisas.

Pesquisando no site Ciberdúvidas, encontrei esta explicação:

“O termo tropa-fandanga é formado de duas palavras: o substantivo tropa e o adjectivo fandanga.

Tropa é um termo oriundo do francês troupe, redução de troupeau, «rebanho» (final do séc. XII), provavelmente do latim turba, «multidão em desordem ou movimento». Começou por designar um bando de animais e uma grande quantidade de pessoas juntas, uma multidão. No século XV, já a palavra era utilizada como designação de conjunto de homens de armas: este significado permanece, coexistindo, ao longo dos séculos, com o de grande quantidade de pessoas. No plural (as tropas), o termo passa a designar essencialmente os corpos militares que compõem o exército, o próprio exército, enquanto no singular tem várias acepções, da qual importa aqui a de «bando, multidão». Por curiosidade, refira-se que esta palavra é da família de trupe (tem a mesma etimologia), que significa conjunto de artistas, de comediantes, de pessoas que actuam em conjunto e, ainda, na gíria coimbrã, um grupo de estudantes trajados dispostos a exercer a praxe.

A palavra fandanga é a forma feminina do adjectivo fandango, formado do substantivo que designa a conhecida dança popular sapateada, termo este que entra em Portugal, vindo de Espanha, apenas no século XVIII. Pela conjugação da vivacidade da música, do ritmo, do barulho provocado pela dança e dos que nela participavam, o substantivo fandango passa a ser usado, em sentido figurado, na acepção de «balbúrdia». Surge, então, o adjectivo fandango, com o significado de «ordinário», «desprezível», «caricato», registado em dicionários portugueses no início do século XX.

Cria-se, assim, o termo tropa-fandanga, que significa gente desordenada, indisciplinada, grupo de pessoas que não merecem consideração, gente desprezível.”

Parece que a minha família aplicava bem este termo.

Quando fui mobilizado para fazer o Serviço Militar Obrigatório, nos idos de 1980, passei dois meses na recruta, nas Caldas da Rainha, e achei que aquilo era mesmo uma tropa fandanga.

Formámos um pelotão de médicos que se tinham safado da guerra colonial graças aos estudos universitários e, sobretudo, graças ao 25 de Abril.

Em 1974, eu estava apenas no 3º ano da faculdade de Medicina, e fui conseguindo adiamentos para servir a Pátria. Em 1977 terminei o curso e fiz o internato durante dois anos. Mais adiamentos. Em 1980 fui fazer o Serviço Médico à Periferia para Mourão, no Alentejo e, em setembro desse ano, acabaram-se os adiamentos. Em vez de ir fazer consultas médicas aos alentejanos, fui aprender a montar e desmontar G-3, a fazer ombro-arma e funeral-arma e outras mariquices próprias da tropa.

Foi por isso que escrevi que o melhor da tropa eram as lições de dança – porque a chamada ordem unida não passa de verdadeiras lições de dança, onde os praças aprendem a marchar a compasso, a virarem para a direita ou para a esquerda ao mesmo tempo e a apresentarem a arma de forma digna e correcta.

E para quê, num país em paz?

Para nada!

A Costa Rica não tem forças armadas e está bem, muito obrigado.

Nós temos… porque sim.

Vem tudo isto a propósito de Tancos.

Para memória futura apenas recordo que armas e munições foram roubados dos paióis de Tancos e que, meses depois, os ladrões parece que se assustaram e concordaram em devolver as armas e munições, que foram encontradas na Chamusca.

Durante dois anos, o Ministério Público investigou este assombroso caso (coisa que qualquer CSI resolve num episódio de 50 minutos) e esta semana, em plena campanha eleitoral, designou como arguidos, além dos ladrões, uma série de militares e um ministro, culpados de terem encenado o encontro das armas. Parece que a Polícia Judiciária Militar, para fazer pirraça à PJ civil, negociou com os ladrões a devolução das armas, de modo a parecer que fora um grande feito da investigação. Tudo isto, com o conhecimento e conivência do ministro da Administração Interna, quem sabe do primeiro-ministro, quem sabe, até, do presidente da República.

Portanto, esta tropa que deixa os seus paióis serem assaltados desta maneira tão artesanal e que, depois, entra em negociações com os ladrões para reaver o furto, só para passar a perna aos seus congéneres civis, não passa de tropa fandanga.

E se algum ministro, primeiro ou segundo, e algum presidente, foram coniventes com esta farsa, isso só mostra que, apesar de ser uma instituição ultrapassada e inútil, a tropa ainda consegue meter medo a muita gente.

Claro que os dirigentes da Direita, sobretudo o impoluto Rui Rio, aproveitaram esta brinca para desancarem no ministro Azeredo Lopes e no chefe do governo, António Costa.

Rui Rio, o tal que é contra julgamentos na praça pública, já julgou e condenou o Lopes e o Costa – são ambos culpados de terem participado na farsa da recuperação das armas.

Se eu fosse ao Costa, desistia já das eleições e deixava o Rio ganhá-las e formar governo. Depois, sentava-me à espera de ver como a tropa o iria assar em lume brando, até ele ficar completamente chamuscado.

É que não se brinca com a condição militar…

Rui Rio não se esfarrapa

Friday, September 13th, 2019

Ontem, num debate televisivo que colocou frente-a-frente, os líder do PSD e do PCP, o inegualável Rui Rio reafirmou que não está muito interessado em ser deputado.

O que ele quer é ser primeiro-ministro.

Por isso mesmo, faz o frete de se candidatar a deputado, já que nós, os patetas dos eleitores, elegemos deputados e não primeiros-ministros.

Rio acrescentou que até sugeriu ao seu Partido não ser candidato; depois, quando o Partido ganhasse as eleições (ah! ah! ah!), ele seria escolhido para ser primeiro-ministro.

E disse mais: disse que havia, no PSD, quem se esfarrapasse para ser deputado.

Ele não!

Rio não se esfarrapa!

Já está todo esfarrapado, coitadinho…

Rui Rio já começou a campanha…

Thursday, June 20th, 2019

Mas os pombos não estão a gostar…

Cozinho para as eleições

Friday, March 8th, 2019

Este título do Público fez-me espécie:

“Cataplana de Costa foi mais vista do que arroz de Cristas”

Conheço cataplanas de tamboril e de marisco e arroz de ervilhas ou de cenoura, mas nunca tinha ouvido falar de cataplana de Costa, muito menos de arroz de Cristas.

Fui investigar.

Parece que existe um programa de televisão, chamado Programa da Cristina, que tem muito sucesso. Descobri que essa tal Cristina, de apelido Ferreira, é uma mulher que subiu as pulso, tendo passado de feirante a apresentadora de televisão em poucos anos, auferindo agora um ordenado de jogador de futebol (gosto muito do verbo auferir…).

Descobri até que o próprio Presidente Marcelo telefonou à tal Cristina, a dar-lhe os parabéns pelo programa – coisa que nunca fez comigo, ao longo de todos estes anos de dedicação à escrita. Mas enfim, continua a haver filhos e enteados…

Esse tal Programa da Cristina é diário e há umas semanas foi lá a líder do CDS, Assunção Cristas, e cozinhou, em directo, um arroz de atum.

Fiquei mais descansado.

Afinal o arroz não era de Cristas, era de atum.

Dias depois, o primeiro-ministro, António Costa, também foi ao programa e cozinhou uma cataplana de peixe.

Tudo explicado!

Ora, o Público relatava na notícia com aquele título que, enquanto o arroz de Cristas foi visto por 493 mil pessoas, a cataplana do Costa foi vista por 745 mil pessoas.

Não chega à maioria absoluta, mas anda lá perto…

Se a Cristina for esperta, leva ao seu programa o Rui Rio, para cozinhar uma francesinha, o Jerónimo de Sousa, para fazer umas pataniscas e a Catarina Martins, para preparar um prato vegan, à escolha.

Quanto ao Santana Lopes, se fosse ao tal programa, teria que se contentar com restos…

Montenegro lava mais branco!

Saturday, January 12th, 2019

Depois de ter dito, há cerca de um ano, que nunca faria a Rui Rio o que António Costa fez a António José Seguro, eis que Luís Montenegro desafia Rui Rio para eleições directas, dentro do PSD.

Montenegro acha que Rio vai proporcionar, ao PSD, a mais baixa votação de sempre e pensa que, com ele à frente do Partido, os eleitores vão a correr votar…

É um convencido, este Montenegro, um pavão…

Diz o homem que quer “galvanizar os portugueses”.

Será que ele sabe o que significa galvanizar?

Vê-se mesmo que nunca foi operário!…

Silvano é um bacano!

Friday, November 9th, 2018

O secretário geral do PSD chama-se José Silvano.

Tem estado nas bocas do mundo porque a sua assinatura aparece nas sessões do Parlamento, enquanto o senhor está noutro lado qualquer.

Parece que cada deputado tem uma password e que ele teria que ceder a sua a outra pessoa para a sua presença ficar efectivada, mas ele garantiu que não cedeu a password a ninguém e não pediu a ninguém que assinasse por ele.

Mistério!

Hoje, apareceu uma senhora deputada do PSD, chamada Emília Cerqueira, a dizer que foi ela que marcou a presença por Silvano.

Garante que foi por sua livre iniciativa – embora se saiba que é essencial a tal password.

Pergunta-se: Silvano cedeu a password a Emília de livre vontade ou terá sido coagido?

Não estaremos em presença de uma coacção de tipo sexual, do género #metoo, mas de sexo oposto?

É que – reparem bem no Silvano… é um pedaço de homem, caramba!

Será que Emília está embeiçada?…

Ai Rui Rio, que estás a braços com um escândalo digno de Hollywood!…

 

Rio seco

Sunday, February 18th, 2018

A pescada, antes de o ser já o era.

Rui Rio é como a pescada.

Tantos anos a ser o prometido líder do PSD e, no momento em que se torna, finalmente, chefe daquele saco de gatos, ficamos com a impressão de que está de saída.

O Montenegro, o Abreu Amorim e outros, na sombra, vão-lhe fazendo a cama.

Já colocaram o colchão e os lençóis… Só falta a colcha, que deve estar para breve.

A seca também não ajuda e este Rio nunca vai chegar ao mar…

O regresso do Sr. Lopes

Monday, January 8th, 2018

Aproxima-se a eleição do novo líder do PSD.

Dois jovens se perfilam: Rui Rio e Santana Lopes.

Dois sexagenários cheios de sangue na guelra.

De Rui Rio, sabemos pouco – o mesmo não se poderá dizer do Sr. Lopes.

O Coiso muito escreveu sobre o Sr. Lopes, ao longo destes anos, sobretudo nos poucos meses em que foi primeiro-ministro (esses textos podem ser recordados aqui).

Num desses textos, recordava-se o caminho do Sr. Lopes, até chegar a primeiro-ministro e rezava assim:

“Entretanto, a Visão desta semana publica um artigo em que se traça o caminho percorrido pelo Sr. Lopes, desde que entrou na política até aos dias de hoje.

Para além de três casamentos falhados, que é algo que pode acontecer a qualquer um, eis os cargos por onde o Sr. Lopes já passou: nascido em 1956, entra para o PSD aos 22 anos e, depois de apoiar o regresso de Sá Carneiro ao PSD, é nomeado adjunto do ministro adjunto do primeiro-ministro, no governo de Mota Pinto. Fica lá 6 meses.
Parte então para Alemanha, com uma bolsa de estudos, para se especializar em Ciências Políticas. Regressa menos de um ano depois, sem acabar o curso.

Torna-se assessor jurídico de Sá Carneiro até à morte deste. É eleito deputado e escreve artigos nos jornais, sob pseudónimo, a condenar o governo de Balsemão e apoia Cavaco. Quando o Sr. Aníbal chega à presidência do PSD, nomeia o Sr. Lopes secretário de Estado da Presidência. Está com 31 anos. Candidata-se a deputado ao Parlamento Europeu, é eleito, farta-se de faltar às sessões e regressa dois anos depois, sem ter acabado o mandato.

Cria o PEI (Projectos, Estudos e Informação) e lança a revista Sábado, com Joaquim Letria como director. Compra o Record e o Diário Popular, lança a Radiogest e O Liberal, com Maria João Avilez como directora; esta é afastada pouco depois, sendo substituída por Freire Antunes (que fica lá menos de dois meses), Fernando Seara e Francisco Sousa Tavares. Da Sábado, afasta Letria e convida Miguel Sousa Tavares. Pouco depois, desiste da PEI.

Em 1990, Cavaco nomeia-o secretário de Estado da Cultura, com as consequências que todos sabemos. Em 1994, demite-se, quando percebeu que o cavaquismo estava a dar as últimas. Concorre à presidência do PSD, contra Fernando Nogueira e Durão Barroso, em 1995, e perde.

Torna-se, então, presidente do Sporting, durante nove meses!

Concorre novamente à presidência do partido, contra Marcello Rebelo de Sousa, e perde.

Em 1997 ganha a Câmara da Figueira da Foz. Em 2000, suspende o mandato e candidata-se à presidência do PSD, contra Durão Barroso e perde!

No ano seguinte, ganha a Câmara de Lisboa, que abandona, a meio do mandato, para ocupar o cargo de primeiro-ministro.

Vai ou não vai ser mesmo um fartar de rir?!…”

Não foi – ou aliás, foi, mas por pouco tempo.

Aguentou-se pouco mais que 7 meses. Jorge Sampaio demitiu-o e dissolveu a Assembleia.

E depois disso?

Vejamos:

Em 2005, concorre como líder do PSD contra José Sócrates e perde, enquanto o PS consegue a sua primeira maioria absoluta da História.

Durante dois anos, andou por aí e, em 2007 e 2008, sendo Filipe Menezes líder do PSD, dirigiu a bancada do PSD na Assembleia.

Em 2008, candidata-se a líder do PSD e perde para Manuela Ferreira Leite.

No ano seguinte, candidata-se, novamente, à Câmara de Lisboa, à frente de uma portentosa coligação que englobava PPD-PSD, CDS-PP e MPT-Partido da Terra. Perde para António Costa.

Em 2011, sendo Passos Coelho primeiro-ministro, é nomeado Provedor da Santa Casa da Misericórdia.

E agora, decide concorrer, mais uma vez, a líder do PSD.

Ontem mesmo, aconselhou o adversário a tomar “Rennie, Kompensan ou Alka-Seltzer”, uma vez que está sempre “amargo, azedo e mal disposto com toda a gente”.

Este Sr. Lopes é mesmo um cómico…

Rio de aço

Sunday, April 12th, 2015

Aqueles que pensavam que Rui Rio era de ferro, foram agora desenganados por um psiquiatra.

Se Rio fosse de ferro, enferrujava.

Rio é de aço.

Pelo menos é o que diz Carlos Mota Cardoso, psiquiatra e amigo do ex-presidente da Câmara do Porto.

E como deve ter achado que dizê-lo era pouco, o psiquiatra escreveu um livro, a que deu o título elucidativo de “Raízes d’Aço”, assim mesmo, com apóstrofo e tudo!

Segundo o Expresso, “ao longo de 300 páginas, Mota Cardoso traça um perfil psicológico do ex-autarca e potencial candidato presidencial, pessoa de quem é amigo há muitos anos e de quem se propôs traçar «um retrato intimista»”

A primeira coisa que nos espanta é logo esta: como é possível escrever 300 páginas sobre Rui Rio?

A segunda coisa espantosa é o psiquiatra querer traçar um «retrato intimista» do amigo. Porquê? Que força interior o impeliu a tamanho acto? Que tem RR de especial que mereça que alguém, mesmo um psiquiatra, perca tempo a traçar-lhe seja o que for?

Diz o psi: «recebi o convite de uma editora, falei com o dr. Rui Rio, ele confia em mim, sabe que eu o conheço, não no plano médico mas como amigo, e não se opôs».

Ó senhor doutor: o senhor quer que a gente acredite que há uma editora que, de repente, se lembrou de lhe pedir para escrever um livro sobre o Rui Rio?

O editor estava em casa, preocupado porque a sua editora há muito tempo que não tinha um êxito editorial. Em carteira, nenhum grande título, nenhum autor famoso: nada de J. K. Rowling, nenhuma obra nova de E. L. James – que raio havia ele de lançar, de modo a abanar o mercado? Claro: um livro sobre Rui Rio!

E quem o haveria de escrever senão o psiquiatra de Rui Rio, perdão, o amigo de Rui Rio que, por acaso, é psiquiatra – a profissão não tem nada a ver com a amizade, até porque RR não precisa de psiquiatra para nada!

A notícia do Expresso acrescenta ainda este naco delicioso: “ao rever episódios da vida do ex-autarca, o livro vai definindo características de carácter e personalidade do político e isso tem a vantagem de mostrar «a parte da árvore que não se vê»”.

Passando por cima do português da notícia (“características de carácter”…), percebemos a razão do título do livro, “Raízes de Aço”: Rui afinal não é um rio, é um árvore – um árvore com raízes bem fortes, de aço, mas o que a gente vê é o tronco; se quisermos ver a outra parte, as tais raízes de aço, teremos que ler o livro, ou, melhor ainda, votar em RR para a presidência da República.

Mal posso esperar por ler este livro! Estou desejoso de conhecer “episódios da vida” de Rui Rio, caramba!

 

Fanático de popós

Saturday, August 4th, 2012

Lê-se e não se acredita!

Os factos: o empresário Manuel Leitão é responsável por uma publicação chamada Porto Menu. Na capa dessa revista, vê-se uma foto de uma rua do Porto e, na parede de um edifício, a inscrição – “RIO ÉS UM FDP”.

Rui Rio ficou muito zangado.

Achou que “fdp” queria dizer “filho da puta”.

Portanto, toca a meter o Manuel Leitão em tribunal.

Sonso, Leitão argumenta que “fdp” não quer dizer “filho da puta”, mas sim “fanático dos popós”.

Sim! Manuel Leitão afirma que fdp quer dizer fanático dos popós!

O tribunal, no entanto, não foi na conversa e concluiu que a capa da tal revista é ofensiva “por permitir concluir que visa apelidá-lo (a Rui Rio) de filho da puta”.

A juíza foi mais detalhada, sentenciando: «quem ler Rio és um fdp na parede de um edifício da cidade, certamente no seu espírito não lerá Rio és um fanático dos popós ou és um filho de Deus».

Curiosa, esta frase da juíza, já que recorre ao “espírito” do leitor, seja lá o que isso for…

Portanto, se o leitor tiver um bom espírito, olha para FDP e lê fanático dos popós, furibundo dos pentes, fragilizados dos pés, fantástico dos pães-de-ló, ou mesmo, forrado de papel.

Só que o leitor tem um mau espírito e lê filho da puta! Sempre!

Ditosa pátria que tais filhos (e fdp) tem…

É caso para recordar aquela frase clássica: “As putas ao poder! Os filhos já lá estão!”