Tadinho do mensageiro!…

February 7th, 2010

Conta a lenda que, em 490 A.C., Fidípides  correu os 42 km que separam a planície da Maratona da cidade de Atenas, para anunciar a estrondosa vitória das tropas do ateniense Milcíades sobre os persas.

Ao chegar, terá dito: “Alegrai-vos, atenienses, nós vencemos!”

E depois caiu, morto de cansaço.

Assim nasceram duas tradições: a realização da maratona, como prova desportiva e o sacrifício dos mensageiros.

Vem isto a propósito do prazer que os jornalistas têm, como classe, de se vitimizarem.

É frequente ouvi-los protestar contra as “condições de trabalho”, sempre que a cabina de som não tem ar condicionado ou não os deixam passar o cordão de segurança.

Agora, a propósito daquela história ridícula do Mário Crespo, do famoso Plano para Controlar a Comunicação Social (tudo com letra grande) e dos tabefes que Carlos Queirós afinfou num tipo chamado Jorge Batista, comentador desportivo da Sic, a classe está em polvorosa.

Esta manhã, na RTP, outro comentador, também chamado Batista, dizia que este facto era a prova do nervosismo que se vive em Portugal, que se traduz por este hábito de “bater no mensageiro”.

Ora, segundo outro mensageiro, o DN, Carlos Queirós terá dado umas murraças no tal Batista por causa de um assunto pessoal: Queirós terá arranjado emprego ao Batista há 19 anos e agora, o ingrato diz mal do seleccionador.

Quer dizer: a coisa é o mais prosaica possível e não tem nada a ver com “bater no mensageiro”.

Quanto ao tal Plano para Controlar a Comunicação Social é mais um exemplo de lágrimas de crocodilo: tenho a certeza que a nata dos jornalistas detestava o estilo da Manuela Moura Guedes, que até é considerada uma “outsider”, uma apresentadora de TV armada ao pingarelho, que até suspendeu a carteira profissional para poder fazer publicidade.

Se Sócrates a calou, foi um alívio.

Finalmente, no que respeita ao Mário Crespo, até Vasco Pulido Valente, que odeia Sócrates, acha que ele tem todo o direito de exprimir, em privado, a sua raiva para com um tipo que lhe anda a sarrazinar o juízo há anos.

Então, agora, já temos que voltar a ter cuidado, quando falamos com os amigos num restaurante, não vá estar, na mesa ao lado, alguém que vá depois transmitir a mensagem a outrem?

Quem não se lembra disto? A frase “as paredes têm ouvidos” deve ter sido inventada por um gajo da Pide.

Ainda hoje, no editorial de outro mensageiro, o Público, comenta-se o facto de Sócrates ter chamado a este tipo de jornalismo, “jornalismo de buraco de fechadura”, dizendo que “insistir nas críticas ao mensageiro sem cuidar de desfazer a mensagem só é uma boa estratégia para manter a união entre as hostes do PS”.

E eu diria que ambos estão errados: Sócrates deveria ter desmentido ou desmontado as escutas e os jornalistas tinham a obrigação de esmiuçar a informação, não se limitando a pespegar com as certidões do juiz de Aveiro.

Aliás, cá no burgo, chama-se jornalismo de investigação quando se tem um amigalhaço na PJ que nos arranja cópias dos processos.

Talvez não fosse má ideia os jornalistas deixarem de olhar para o seu próprio umbigo e preocuparem-se, apenas, em transmitir as notícias, sem juízos de valor.

E, de preferência, verdadeiras.

Caso contrário, os mensageiros continuarão a levar uns tabefes de vez em quando…

Tomba-gigantes

February 3rd, 2010

Um dos grandes atractivos da Taça de Portugal é este: de vez em quando, uma pequena equipa, com um pequeno orçamento, intromete-se entre os grandes e consegue fazer um brilharete.

Estou a falar, obviamente, daquele pequeno clube regional do norte, o Futebol Clube do Porto, que ontem conseguiu eliminar  o Sporting da Taça de Portugal – e logo com um resultado expressivo de 5-2.

Embora conheça mal a equipa do FCP, tenho que lhe tirar o chapéu, já que todos os ordenados de todos os seus jogadores juntos não dariam sequer para pagar as botas do Liedson.

A exibição do Sporting foi lamentável e, embora não tenha visto o jogo, posso dizer – como o Mário Crespo – que ouvi dizer que tinha sido uma merda.

E se eu ouvi dizer é porque é verdade e quem me desmentir quer calar a comunicação social e instaurar uma ditadura socrática.

Parabéns FCP! Vocês têm futuro!

Espero que, em breve, deixem os campeonatos regionais e possam vir a jogar com os clubes a sério…

Proto manifes

January 31st, 2010

Nos anos 70 do século passado participei numa manifestação. Descemos as avenidas, gritando “Otelo amigo, o povo está contigo!”

Não estava, como depois se viu.

Era uma manif dos GDUP que, se não me falha a memória, queria dizer Grupos Democráticos de Unidade Popular – ou será que era Grupo Desportivo União Piedense?…

De qualquer modo, estávamos no chamado PREC (processo revolucionário em curso) e até parecia mal que não nos manifestássemos.

Vem isto a propósito da manif dos enfermeiros, anteontem.

Igualzinho.

Avenida abaixo, gritando palavras de ordem – “Sócrates escuta, os enfermeiros estão em luta!” (um primor de originalidade…) – agitando bandeiras e cartazes, megafones em punho.

Tal como os professores, no ano passado, também os enfermeiros, este ano, entram neste folclore das manifestações, graciosamente organizadas pelos sindicatos que, como se sabe, nada têm a ver com o PCP.

Não seria mais original se os enfermeiros, em vez de gastarem dinheiro a alugar autocarros, montassem bancas e fizessem rastreios da diabetes, medissem o colesterol ou avaliassem a tensão arterial?

Não teria mais impacto, junto da população, se os enfermeiros montassem stands, nas capitais de distrito, onde fizessem educação para a saúde, fornecessem informações sobre a prevenção do cancro, estilos de vida saudável, planeamento familiar, a importância da precocidade da primeira consulta da gravidez, etc, etc?

Ou então, ao menos, que desfilassem nuas!…

24 – 7ª temporada

January 31st, 2010

O argumento da série 24 está cada vez mais inverosímil.

Na 7ª temporada, os EUA têm que enfrentar um bando de patetas, provenientes de um país imaginário, Sangala, comandados por um general improvável, chamado Zuma e que têm a brilhante ideia de invadir a Casa Branca.

Caso aquilo não resulte, têm, por trás, uma organização tentacular, que possui armas biológicas e que vai largá-las no metro de Washington, a fim de matar milhares de norte-americanos, provavelmente para obrigar a presidente dos EUA – desta vez uma mulher, que parece uma dona de casa desesperada – a renunciar, se é que é isso que eles querem, porque nunca se chega a perceber.

Tony Almeida que, afinal, não morreu, colabora com os maus, porque se quer vingar de um país que sempre serviu, mas que o lixou ou, então, quer-se vingar do homem que será responsável pela morte da mulher, Michelle, e que é o cérebro da tal organização, ou talvez não.

No meio de tudo isto, Jack Bauer passa um terço da série a morrer, depois de ter inalado gás cheio de H1N1 ou algo parecido, sempre a chutar dopamina para as veias para evitar as convulsões, sempre a sussurrar, em vez de falar, e com um trejeito na boca que lhe deve ter dado caimbras.

Confuso? Mais ficarão, depois de verem a 7ª temporada de 24 – uma série que já foi das melhores mas que, a partir da 5ª temporada se assemelha, cada vez mais, a um filme de acção de segunda categoria.

Salvam-se alguns bons momentos de Jack Bauer, como aquele em que, amarrado a uma mesa cirúrgica, depois de ter sido sedado e de lhe terem feito uma punção medular na coluna cervical (!), e apesar de ter apenas duas horas de vida, estar cheio de convulsões e movimento atetósicos, consegue libertar-se, cortar o pescoço a um dos médicos com um bisturi, matar o outro com um golpe de karate e partir o pescoço ao terceiro!

Aguardemos pela 8ª série, na qual Bauer, de cadeira de rodas, vence um exército inteiro enquanto sussurra qualquer coisa ininteligível.

Roménia dos (ainda) mais pequenitos

January 30th, 2010

Nunca foste à Roménia?

Nesse caso, deixo aqui uma boa oportunidade: apanhas o cacilheiro para Cacilhas, percorres a estrada que ladeia a Lisnave e, perto do Hospital Particular de Almada, viras à esquerda, na estrada de terra batida que leva até à ETAR, passando pelo parque das camionetas.

Quando avistares a ETAR – e antes de chegares ao pequeno “porto” de barcos de pesca, com o muro do Arsenal do Alfeite à tua frente – viras à direita e já está…

…estás na Roménia…

Várias famílias de romenos vivem aqui, neste baldio, em mini-barracas feitas com bocados de contraplacado e cartão e plásticos. Dentro de cada barraquinha, um colchão e cobertores.

Todas as manhãs, é vê-los percorrerem a Avenida do Movimento das Forças Armadas, que bordeja a Lisnave.

Vão para o trabalho.

Vão para Lisboa, onde estacionam em sítios estratégicos, para pedir umas moedas.

Vão em busca de colchões, roupas deitadas ao lixo, cobertores, desperdícios que, para eles, têm um valor incalculável.

Alguns levam (às costas) a canadiana que, depois, lhes permite fazer de conta que são coxos, a fim de pedirem uns trocos ao transeunte distraído.

A maior parte deles são jovens, mas há um ou outro velho, com aspecto de ter mais de 70 anos, verdadeiramente coxos.

E eu pergunto-me: o que faz que um tipo atravesse a Europa para vir dormir numa barraca mal enjorcada, junto ao Tejo, na Cova da Piedade, em Portugal?

311 Insultos!

January 25th, 2010

Continuando o seu trabalho de serviço público, O Coiso apresenta uma lista de 311 insultos, por ordem alfabética.

Sempre que necessite de insultar alguém, consulte esta lista e escolha o insulto que melhor se adequa ao filho da mãe que quiser insultar.

Aldrabão, abécula, agarrado, analfabruto, atraso de vida, apanhado do clima, azeiteiro, alcoviteira, aselha, asno, anjinho, asqueroso, arruaceiro, artolas

Badameco, bandido, bruto, besta quadrada, barrigudo, brutamontes, borra-botas, bufo, boca de xarroco, boi, basbaque, biltre, bexigoso, bichona, bêbedo, bebedolas, batoque, banana, bardajona, badalhoca, bisbilhoteira, bandalho, bota de elástico, baldas, brochista, boneca de trapos, beata, bronco, bexigoso, betinho, bárbaro

Cunanas, camelo, chalado, camafeu, cona de sabão, cara de cu à paisana, coirão, choninhas, carroceiro, cabeçudo, cavalgadura, canalha, cretino, calhandreira, caga-tacos, cegueta, caixa de óculos, cornudo, coxo, candongueiro, careca, chupado das carochas, copinho de leite, cacique, calão, cabra, cabrão, cusca, coscuvilheira, cão, cabeça no ar, convencido, chanfrado, cagão, chato, cobardola, cavalona, chico-esperto, charlatão, caloteiro, cigano, comuna, carrancudo, corno, caceteiro, canalha, carapau de corrida, choné, cabeça de abóbora

Delambida, desenxabida, doido varrido, doidivanas, desmancha prazeres, desastrada, desengonçado, desaustinado, desbocado

Escanifobética, estafermo, embusteiro, estúpido, esqueleto vaidoso, engraxador, esgalgado, empecilho, estroina, escarumba, estouvada, estupor, espantalho, estapafúrdio, energúmeno, espalhafatoso, enjoado da trampa

Flausina, farsante, filho da puta, fufa, fersureira, falhado, foleiro, facínora, falsário, franganote, fanfarrão, fanático, fanchono, filho da mãe

Gatuno, gordalhufo, gabiru, galinha choca, galdéria, gabarola, gosma, gandulo, ganancioso, garganeira

Histérica, herege

Idiota, imbecil, incapaz, incompetente, inútil

Javardo, judeu

Lambisgóia, ladrão, lavajão, lambéconas, lambe-botas, lingrinhas, larápio, larilas, labrego, louco, lorpa, lunático

Morcão, malacueco, maluco, mariquinhas pé-de-salsa, meliante, mentiroso, malandro, malandreco, malandrim, marreco, maneta, mouco, mariconço, maricas, menino da mamã, mastronço, mostrengo, moina, meia-leca, medroso, monhé, molengão, mafioso, medricas, masoquista, mineteiro, maltrapilho, maria-vai-com-as-outras, miserável, magricela, mula, mal enjorcado, mimado

Nódoa, nulidade, nabo, nojento, não-tens-onde-cair-morto, nababo

Otário, olhos de carneiro mal morto, orelhas de abano, obcecado, ordinário, obstinado

Palerma, parvalhão, pateta, parvo, porcalhão, piroso, pirata, piolhoso, peida-gadoxa, pantomineiro, pote de banhas, pernas de alicate, pelintra, patego, panasca, paneleiro, putéfia, puta, panilas, pés de chumbo, patife, perliquiteques, palhaço, palhaçote, porco, punheteiro, preguiçoso, pacóvio, pobre de espírito, proxeneta, patinho feio, panhonhas, pintor, parasita, presunçoso, palonça, peneirenta, pobre diabo

Quadrilheira, queixinhas, quatro-olhos

Ranhoso, reles, rasca, rameira, rabeta, rafeiro, reaccionário, reaças, raquítico

Salafrário, safardana, sevandija, sacripanta, sacrista, sacana, sovina, somítico, safado, sabujo, saloio, soba, sebento, sapatona, sádico, serigaita, sarnento, snob

Tarado, trombalazanas, trapaceiro, trabeculoso, tísico, trombudo, trauliteiro, tinhoso, trique-lariques, tosco, totó, trombeiro, trouxa, tonto, traste, trinca-espinhas, troca-tintas

Unhas de fome, urso

Vaca gorda, vigarista, vândalo, vígaro, vigarista, velhaco, vendido, vagabundo, vira-casacas, vaidoso

Xé-xé

Zero à esquerda, zarolho, Zé-ninguém

Aceitam-se contribuições.

100º post no Já Lá estive

January 25th, 2010

O meu blog de viagens – Já Lá Estive – chegou aos 100 posts, relativos a 32 países: Portugal, Espanha, França, Itália, Grã-Bretanha, Holanda, Hungria, Bélgica, Suíça, Alemanha, Suécia, República Checa, Eslováquia, Áustria, Grécia, Marrocos, Quénia, Cabo Verde, Egipto, Costa Rica, Brasil, Argentina, Chile, Austrália, Polinésia Francesa, Índia, China, Peru, Uruguai, Chile, Estados Unidos e Canadá.

Podem visitá-lo – não pagam mais por isso…

Ah leão!

January 23rd, 2010

Só agora comento a cena de porrada entre Sá Pinto e Liedson porque só agora me passaram os espasmos de tanto rir…

A coisa ainda teve mais graça porque aconteceu no dia em que a Academia do Sporting foi considerada a melhor da Europa, e no dia em que a equipa sofreu três golos made in China.

Percebe-se por que razão a Academia de Alcochete é a melhor da Europa: se os seus alunos não se portam como deve ser, o director desportivo dá-lhe umas valentes murraças nas ventas que é para aprenderem.

Compreende-se que Sá Pinto estivesse nervoso: há muito tempo que o Sporting não sofria três golos no mesmo jogo e, ainda por cima, marcados pelo mesmo chinês que, em vez de estar na loja a vender quinquilharia, foi a Alvalade humilhar o leão. O chinês chama-se Zang – e Sá Pinto ficou zangado.

Também há quem diga que Sá Pinto é assim uma espécie de “serial killer” ou, melhor dizendo, “serial boxer”. Tal como esses criminosos que, por vezes, estão anos parados e, depois, quando algo os irrita, voltam a matar, também Sá Pinto, depois do soco em Artur Jorge, esteve muitos anos sem bater em ninguém da selecção nacional. Teve que esperar que Liedson se naturalizasse e que Carlos Queirós o convocasse para a selecção para o poder esmurrar.

Diz-se que a cena de pancadaria foi provocada por uma observação que Liedson fez à atitude dos sócios perante a fífia do guarda-redes leonino, que deu origem ao segundo golo de Zang, mas eu acho que fui tudo uma confusão entre futebol e soccer.

Não foi bem uma caldeirada – foi mais bacalhau à Gomes de Sá Pinto com Liedson a murro.

Foda à Monção?

January 22nd, 2010

Confesso que nunca provei uma foda à Monção.

Modéstia à parte, já provei fodas nos 5 continentes, mas nunca em Monção.

Em Valença, sim, que é lá perto, mas quando pernoitei em Monção estava com o estomago muito pesado e não dei uma para a caixa.

Agora, o que eu não sabia – juro que não sabia! – é que a Câmara de Monção quer mesmo certificar as fodas à moda lá da terra.

Que ideia do c******!

Já viram bem o orgulho que é um cidadão de Monção andar com um certificado, tipo um crachá, espetado no peito, dizendo algo do género: fodas à Monção é comigo!

E não há cá eufemismos: não é fazer amor à Monção, ou queca, ou mocada, ou trolitada, ou cambalhota à Monção.

É mesmo foda e mais nada!

É de Câmaras Municipais como esta que o povo precisa!

(certificar Diário de Notícias de ontem)

Como o MUDE me deixou irritado comigo próprio

January 20th, 2010

Fui finalmente visitar o Museu de Design, no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino, na Rua Augusta.

No rés-do-chão, está a colecção permanente: mobiliário, vestuário, projecção de filmes, alguma loiça e duas dúzias de electrodomésticos (torradeiras fantásticas e rádios cheios de patine).

No primeiro piso, a Exposição temporária “É proibido proibir”, dedicada aos anos 60: monitores passam alguns filmes emblemáticos (“Barbarella”, “Midnight Cowboy”), altifalantes debitam música dos anos 60 (“Sgt Peppers…”, “Hair”, “Woodstock”, Stones, Janis Joplin) e mais mobiliário e mais vestuário.

E, de repente, ali estava, bem à vista, a máquina de escrever Olivetti Valentine, igualzinha à que a Mila me comprou nos anos 70 do século passado, em segunda mão, num antiquário das Escadinhas do Duque.

Foi numa máquina igual a essa que escrevi muitos textos para o Pão Comanteiga, a uma velocidade que fazia saltar teclas, literalmente.

E depois, num daqueles ataques que nos dá e em que nos apetece desfazermo-nos de coisas que já não usamos, vendi-a a um ferro-velho, juntamente com muitos trastes.

Mais tarde, dei vários murros em mim próprio, insultei-me do pior, obriguei-me a torturas inenarráveis, próprias de um Jack Bauer, mas nada disso fez regressar a Olivetti ao lar.

Nunca mais me perdoarei!

Quanto ao MUDE, vale a pena a visita, embora saiba a pouco.