tDCS Рuma sugesṭo para Passos Coelho

Fazer passar uma corrente eléctrica pelo cérebro (transcranial direct current stimulation).

Assim mesmo: liga-se um catódo a uma zona da cabeça que corresponde ao local do cérebro que se pretende estimular e liga-se o ânodo à zona contralateral da cabeça.

Depois, liga-se a corrente.

Diz quem estuda estes fenómenos que as nossas qualidades se desenvolvem exponencialmente.

Por exemplo, se quisermos aprender uma língua rapidamente, memorizar um texto ou fazer operações matemáticas complexas.

O procedimento, embora esteja a ser estudado nas Universidades, é tão simples que pode ser efectuado em casa, como se vê neste vídeo:

Aqui fica a minha sugestão ao nosso primeiro-ministro: quando chegar a casa logo à noite, peça à sua esposa para lhe ligar os fios do candeeiro da mesinha da cabeceira à sua cabeça e, depois, à corrente.

Pode ser que, com o choque, a economia de Portugal saia deste marasmo.

Faça isso, por nós, Pedro…

Que peixe fish!

O Público de hoje faz eco da descoberta de uma nova espécie de peixes, descoberta no delta do Mekong, no Vietname.

Trata-se do chamado Phallostethus cuulong, um peixinho com cerca de 2,5 centímetros e que tem o pénis na cabeça, logo abaixo da boca.

E quem diz o pénis, diz a vagina, no caso da fêmea deste peixinho maroto.

Assim de repente, vêm-me (verbo adequado) à ideia uma série de malandrices possíveis, graças a esta generosidade anatómica.

O pénis por baixo da boca, digamos, à mão de semear!

Muito conveniente…

Mas há mais: os cientistas descobriram, com inveja, presumo, que este extraordinário órgão, além da sua nobre função copulatória, tem uma bolsa semelhante aos testículos, um ânus e ainda uma espécie de “serras”, que servem para prender a fêmea durante o acto sexual.

Notem bem: boca, pénis, testículos e ânus, tudo ao molho e ainda o extra de “placar” a fêmea.

Adequadamente, os cientistas decidiram chamar príapo a este formidável órgão, em honra ao deus grego da fertilidade – embora, hoje em dia, com a crise grega, até príapo deva estar em baixo.

Acrescenta a notícia que ainda nenhum cientista conseguiu testemunhar uma cópula entre dois destes peixinhos, mas julga-se que devam fazê-lo boca-a-boca.

Como diria a minha avó: «o raça dos peixes!…»