Sopranos – 3ª série

sopranos3.jpgQuando estava na eminência de ser obrigada a testemunhar contra o próprio filho, Lívia Soprano morre subitamente. Tony Soprano fica duplamente aliviado: por um lado, livra-se de complicações com a Justiça, por outro, livra-se da mãe, a grande culpada dos seus ataques de pânico.

A terceira série dos Sopranos (2001) começa com a morte da matriarca da família e termina com a morte de Jackie Júnior, filho de Aprile, o boss de New Jersey, que antecedeu a Tony. Só que esta morte já não foi coisa do destino, tendo tido uma ajudinha dos Sopranos, por interposta pessoa. Jackie andava a arrastar a asa a Meadow, mas meteu-se por maus caminhos: em vez de continuar a estudar, como Tony sempre o aconselhou, por vezes com a veemência dos punhos, decidiu armar-se em aprendiz de mafioso e saiu-se mal. Tony tem esperança que a morte do rapaz sirva de exemplo a A.J., que foi expulso do colégio, por copianço; talvez ele assim compreenda que a máfia já não serve para putos que passam a vida a jogar playstation e a comer pipocas.

Como castigo pelo mau comportamento de A.J., Tony decide interná-lo num colégio militar, mas os planos saem-lhe furados: o seu próprio filho também sofre de ataques de pânico!

Ao longo de mais estes 13 episódios, vamos acompanhando o percurso desta família peculiar, que tenta separar os assuntos domésticos de qualquer família nuclear das actividades mais escabrosas desenvolvidas por Tony. Ele, que se esforça tanto para dar o melhor aos seus (uma boa casa, televisão, dvd’s, carros!), à custa do suor do seu rosto (e do sangue dos outros…), e os filhos, que só lhe arranjam coisas que o ralem!

Destaque para o episódio em que Christopher Moltissanti e Paulie, depois de tentarem, em vão, despachar um russo, se perdem numa floresta gelada e quase morrem de frio e de fome.

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