Grandes verdades das reportagens de rua

Após visionar centenas de reportagens de rua, transmitidas pelos jornais televisivos, cheguei às seguintes conclusões:

– Os entrevistados apresentados como testemunhas, regra geral, não testemunharam nada. Geralmente, ouviram o estrondo e, quando chegaram à janela, já não viram nada

РTr̻s em cada quatro entrevistados usam polares da Quechua.

РGeralmente, o terceiro entrevistado de uma reportagem, ̩ brasileiro

РCerca de 95% dos entrevistados tem dentes podres e ṇo se importa de os mostrar

– Em caso de incêndios, cheias, acidentes de automóvel, derrocadas e tragédias em geral, todos os entrevistados afirmam nunca terem visto nada assim, mesmo que seja algo que aconteça todos os anos

– Todos os entrevistados apanhados em bombas de gasolina não sabem onde isto vai parar e conhecem pessoas que fazem cem quilómetros até Espanha para encher o depósito

– Os populares entrevistados junto aos Tribunais gostavam de apanhar o réu cá fora e espancá-lo até à morte, excepto se forem familiares do dito; nesse caso, acham que só há justiça para os ricos

Continuarei vigilante

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