ER – 7ª série

er_7.jpgA série de 2000/2001 de “Emergency Room” continua a ser de alta qualidade, com alguns daqueles episódios que nos deixam sem fôlego, tal a quantidade de coisas que acontecem naquelas urgências.

As personagens mais antigas enfrentam novos dilemas: o Dr. Greene descobre que tem um tumor na cabeça, mesmo na altura em que decide casar-se com a Dra. Corday que, entretanto, está grávida. No decorrer desta série, casam-se, ela dá à luz uma menina, Greene é operado por um neurocirurgião novaiorquino, submete-se a radioterapia e vai trabalhar logo no dia a seguir…

Quanto a Carter, depois do internamento, consegue livrar-se da adição aos analgésicos e tenta arrastar a asa à enfermeira Abby que, no entanto, continua a entender-se com o Dr. Kovac, ao mesmo tempo que atura uma mãe bipolar (uma oportunidade para vermos Sally Field fazer um dos seus papéis excessivos).

Benton continua com Chloe que, no último episódio, talvez tenha sido contaminada por um doente seropositivo, enquanto a Dra. Weaver descobre que, afinal, é lésbica, conseguindo sair do armário, já no final da série.

ER é uma daquelas séries que pode continuar indefinidamente, uma vez que o principal personagem da série é o próprio serviço de urgências e os casos clínicos que lá vão parar, mas penso que, em comparação com as primeiras séries, esta 7ª se rende mais às audiências, mostrando alguns casos muito rebuscados, que dificilmente encontram paralelo no dia-a-dia de uma urgência, mesmo que seja em Chicago.

 

2 thoughts on “ER – 7ª série

  1. Caro Artur
    Este comentário era sobre o Serviço de Urgência, mas como sei que também é apreciador do Dr.House, vou aproveitar para lhe colocar uma questão que me deixou estupefacto, a mim que de medicina apenas sei o necessário acerca das mazelas que tenho.

    Pareceu-me que neste primeiro episódio da 3ª série, a medicina produziu um milagre. Ora o departamento dos milagres está usualmente associado a outra confraria.

    A explicação que foi dada, para pôr a andar um homem que estava há oito anos numa cadeira de rodas, tem para si algum sentido?

    Cumprimentos
    António Dias da Silva, um amigo que lê há alguns anos.

  2. Ainda só vi a 1ª série do House. Não gosto de ver séries semana a semana; prefiro esperar que saia em dvd e, depois, vejo tudo de enfiada. Portanto, quando sair a 3ª série, logo lhe direi a minha opinião. Mas desde já lhe digo que os argumentos de House são muito rebuscados, sempre baseados em situações clínicas raríssimas. Não existe, certamente, nenhum médico que tenha presenciado todas aquelas situações.
    No entanto, a série é sobre o médico (House), e não sobre a medicina.

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