“Dreamgirls”, de Bill Condon

dreamgirls.jpgEstive na dúvida: alugo ou não alugo este dvd? Por um lado, não me apetecia muito ver um filme “musical”, por outro, tinha alguma curiosidade, até porque acho piada aos “hits” das Supremes.

Acabei por trazer o filme. É uma seca. Às tantas, parece uma ópera rock de segunda categoria (haverá outras). Das Supremes, nada, a não ser o facto de a história ser mais ou menos parecida com a de Diana Ross (“que nunca Diana Ross por onde Jean-Jacques Rousseau…”, como se dizia no Pão Comanteiga).

A partir do meio do filme, o botão do fast-forward funcionava sempre que a dreamgirl mais gordinha começava a cantar, tipo Aretha Franklin, em dia de menstruação. Está bem, o Eddie Murphy faz um excelente soul singer, tipo Wilson Picket e admito que a Beyoncé Knowles é jeitosa todos os dias, mas é pouco.

No fim, um tipo fica aliviado por o filme acabar e com uma cãibra no indicador por ter passado muito tempo a carregar no fast-forward (é que são 125 minutos, caramba!).

One thought on ““Dreamgirls”, de Bill Condon

  1. Confesso que aquela do Jean-Jacques Rousseau me escapou à primeira vista.
    Só depois percebi que não foi à primeira vista, mas ao primeiro ouvido.
    Eu explico: o pretérito prefeiro do verbo roçar, na perspectiva do autor deve ler-se “roçô” em vez de “roçou”.
    Só então desatei a rir. Teve mesmo piada.
    Aquela dos bbs pelos vvs do menezes foi mesmo à primeira vista.
    Já nos livros oficiais adoptados no nosso ensino público, são recorrentes rimas do estilo “o meu tio” com “a puta que o pariu”.

    Vocês sabem do que estou a falar.

    Será que “O pão com manteiga” só era bom porque éramos novos naquela altura? Tenho reflectir sobre o assunto.

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