“Cellular”, de David R. Ellis

Está uma professora de Biologia (Kim Basinger), muito descansadinha, na sua cozinha, quando um corpulento careca lhe entra pela porta dentro, com ar ameaçador.

Será o secretário de Estado da Educação, Jorge Pedreira, que lhe vem aplicar, à força, o sistema de avaliação?

Não! É um polícia corrupto e seus capangas. O marido da professora filmou-os, sem querer, quando eles matavam dois traficantes de droga e lhes roubavam o produto. Os polícias corruptos raptam a professora e fecham-na num sótão.

A partir de um telefone fixo desmantelado, a professora consegue clicar um número ao acaso e que é o do telemóvel de um jovem (Chris Evans). A partir daquele momento, ele não pode desligar o seu telemóvel, para se manter em contacto com a professora, até a salvar, com a ajuda de um polícia bonzinho (William H. Macy).

O filme é um enorme anúncio à Nokia, mostrando todas as potencialidades de um telemóvel. Tem um bom ritmo, mas a história tem poucas surpresas e parece uma variação de “Phone Booth”, de Joel Schumacher – aliás, o argumentista (larry Cohen) é o mesmo.

Em português, recebeu o título de “Ligação de Alto Risco”, o que se percebe. Os portugueses, como são burros, poderiam pensar que “Cellular” teria alguma coisa a ver com Biologia…

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