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4 presidentes e 1 funeral

Tuesday, April 26th, 2011



25 de Abril, sempre!

Monday, April 25th, 2011

Para todos aqueles que dizem que isto está cada vez pior.

Esperança de vida antes do 25 de Abril – 68 anos; agora – 78,9 anos.

Médicos por 100 mil habitantes antes do 25 de Abril – 122; agora – 377.

Taxa de alfabetização antes do 25 de Abril – 72.6%; agora – 95%.

Número de alunos no ensino superior antes do 25 de Abril – 57 000; agora – 383 627.

Taxa de inflação antes do 25 de Abril – 25,1%; agora – 1,3%.

Mortalidade infantil antes do 25 de Abril – 37,9 crianças por mil nascimentos; agora – 3,6.

Isto chega e sobra.

Mas ainda há a liberdade…

 

25 de Abril, sempre!

Sunday, April 25th, 2010

Para que não se repita:

“Se esse acto teve a simpatia da maior parte do país, não teve a minha, pois há muito que eu gostaria de passar à vida privada mas sou de opinião que, em qualquer circunstância, enquanto um português tiver vida e saúde não se deve negar a cumprir a sua missão ao serviço da Pátria” – Américo Tomaz, em novembro de 1972, a propósito de ter sido nomeado para o terceiro mandato consecutivo como presidente da República.

“Percorre-se a Guiné, anda-se pela vastidão angolana, desloca-se quem quer que seja, de lés a lés de Moçambique e não encontra populações revoltadas” – Marcelo Caetano, julho de 1972.

“Nesta terra portuguesa, aqui temos não só compatriotas de Cabo Verde a dizerem e a testemunharem a sua devoção à Pátria, agarrados à bandeira de Portugal, como ainda antigos combatentes orgulhosos da mesma Pátria comum a jovens prontos a partir para o combate, sob o olhar enternecido, é certo, das mães, esposas e noivas, com o coração a sangrar de saudade, mas todas altivas e orgulhosas dos seus filhos, maridos e noivos que lá vão servir e lutar pela Pátria querida, por Portugal eterno” – Dr. Serafim Silveira Júnior, na manifestação municipal, organizada em Almada em 18 de julho de 1972.

“Lusíadas são os nossos filhos que hoje se cobrem de glória nas terras quentes e morenas de Portugal africano, terras que são carne da nossa carne, sangue do nosso sangue. Lusíadas são Américo Tomaz e Marcelo Caetano, que continuam, no presente, a obra dos Lusíadas do passado” – Afonso Marchueta, agosto 1972.

Citações sacadas de recortes do jornal República, da coluna diária “Ponto Crítico”, da autoria do Álvaro Guerra.

25 de Abril sempre?

Saturday, April 25th, 2009

Sempre, pá!